Caso criança morta pela mãe além de espancada: Laudo do IML apontou indícios de abusos sexuais. O Casal foi preso pela PC.






O caso da criança de 11 anos que morreu após ser espancada pela mãe no último domingo (04) na região garimpeira de Itaituba. Novos fatos estão vindo atona pouco a pouco.

Charlene da Silva Moraes, de 35 anos, e Reginaldo Alves de Sousa, também de 35 foram presos na última terça-feira pouco depois da perícia confirmar que a morte da criança foi devido espancamento sofrido pela própria mãe, porém, poucas horas depois foram liberados. A família por parte do pai da criança não se conformou com o fato e buscou na última quarta-feira (07), através do Ministério Público, alguma providência para que os supostos assassinos não permanecessem soltos.

Após decisão do Juiz, na manhã desta quinta-feira (08) foi cumprido um mandado de prisão onde o casal foi novamente detido e ficará por tempo indeterminado à disposição da justiça. No momento da prisão o casal estava em uma residência localizada na vigésima rua. Infelizmente, segundo familiares que receberam respostas da delegacia, o casal ainda pode ser solto até que sejam julgados no tribunal.
Ainda segundo a família, outra acusação seríssima veio atona, o de que o padrasto abusava sexualmente da criança, já que na manhã desta quinta-feira, foram informados de que o laudo do IML apontou que também havia indício de que a criança era abusada sexualmente.
Em conversa mais uma vez com a tia da criança, o portal Giro apurou algumas informações importantes. Segundo Naid, vizinhos da residência do casal relataram que as crianças, incluindo Daniele, eram mantidas em uma espécie de cárcere privado onde quase não se via principalmente a vítima. Outro relato impressionante aponta que a mãe provavelmente sabia dos abusos que a filha sofria do padrasto, por certa vez após viajar, deixou Daniele na casa de uma vizinha e se recusou deixa-la junto ao esposo, a vizinha informa que várias vezes Reginaldo ia até a sua casa pedir pra deixar a criança dormir com ele, alegando que tinha medo de dormir sozinho, diz ainda que não foram uma ou duas vezes, e sim dezenas, ela achava aquilo muito estranho.
A família ainda afirma que sempre desconfiou de abuso sexual, mas preferiu não dizer a ninguém até que tivessem provas.


Fonte: Portal Giro com informações da família da vítima